segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Irony.

É simplesmente irônico. Esse destino realmente é irônico. Nos prega cada peça que são simplesmente inenarráveis! Em um piscar de olhos, ele é capaz de transformar o que fazia parte do seu passado, cair de pára-quedas no seu presente, e, sem sentir você já começa a expectar sobre o futuro. Sem perceber, você não consegue nem ver qual foi a ordem que tudo se processou, apenas se encanta com o que o presente tem a lhe dar para ser desfrutado. Completamente desarmada, o destino me deixa, e ainda então, várias sensações começam a tomar conta do meu ser. Rápidamente o atrito entre o passado que é presente e o passado que quer ser o presente começa a acontecer, e um pane de pensamentos assola na minha pobre mente. Mas o problema é que eu não tenho visto como e nem quando isso tem acontecido, é um simples PÁ e pronto. E tudo tem ficado assim, me deixando com um nó na garganta, nó nos pensamentos e com um enorme nó no coração. O que ainda sei é que tudo isso tem sido muito singular, ímpar, único. Me deixando com abalos e palpites que eu não sabia que um dia poderia existir em mim. Estou procurando ainda o nome disso tudo. Talvez a irônia é a que se encaixa melhor neste quesito.


' único, único, único. nenhuma palavra resume melhor. '

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Betray.

Essa semana ouvi uma história sobre um homem e sua companheira águia, foi algo que me deixou muito tocada. Mais ou menos assim. Havia uma caverna em um pico de uma montanha, que na qual habitava um homem e a sua águia, já com algum tempo tendo a água em escassez este homem passou a se desesperar. Em um determinado dia, uma pequena linha de água começou a escoar sobre as paredes de sua caverna, o homem então pegou um copo e aproximou dessa fresta de água com intuito de recolhe-la, foi ai então que a águia deu um rasante até derrumar o copo de seu companheiro, o homem então não entendeu o que se passou e novamente encostou o copo até o copo se encher e novamente a água derrubou o seu copo, na terceira vez o homem aproximou o copo com uma mão e pegou sua espada com a outra mão, e novamente a águia deu o seu voo rasante, foi aí então que esse homem em seu momento de sede cravou a espada em sua águia. Depois disso, a água que descia parou de transbordar, então ele resolveu subir até o pico mais alto e procurar a fonte dessa água. Ao chegar lá, ele se deparou com a víbora mais venenosa de sua região que se encontrava dentro da nascente e só aí ele entendeu que a sua águia apenas queria protegê-lo do mal que queria matá-lo. Analizando isso, percebemos que muitas vezes agimos assim, cravamos espadas no peito de quem nos ama, quem nos protege, quem cuida de nós, fazemos isso pela necessidade de alcançar o que queremos, por orgulho de não deixar ninguém atravessar nosso caminho. Em contrapartida, também somos apunhalados no peito, não somos reconhecidos quando tentamos ajudar, nem tampouco valorizados por tentar cuidar de quem amamos. Somos ignorantes demais ao ponto de não enchergar o amor que os outros arriscam em apostar e confiar em nós. A vida é curta demais, pra ficarmos apunhalando uns aos outros, ainda infelizmente nos falta compaixão, nos falta amor, nos falta a fé. Merecemos esperar o melhor.

" Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei aml algum, porque Tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam. "