Pane. É o que verdadeiramente aconteceu. Não há respostas, não há explicações, não há definições, o que há é apenas um conjunto um tanto nulo cheio de incógnitas. Talvez com alguma finalidade útil de estar acontecendo ou apenas com algum propósito intrigante. Não há o que se pensar, não há o que se fazer, não há o que jugar, o que há é apenas um conjunto de uma bagunça que a primeira vista, se apresenta até como organizada, mas ao se desmembrar se mostra desorganizada como realmente é. É um acumulo de sensações completamente indescritíveis, um descarrilhamento de dúvidas completamente surreal, um surgimento de novos ares, novos rumos, novos lados e lestes. Não há muito o que se discutir, até porque não há muito o que se definir, só há necessidades para serem completamente sanadas, necessidades da falta que a falta faz, do afeto que afeta e do afago que afoga. Creio que isso pode soar como sempre, um tanto sem nexo, sem base e sem fundamentos, talvez porque apenas os que estão participando ativamente podem compreender o grau de intensidade, necessidade e envolvimento de tal fato. Mas não tenho muita certeza, quem sabe isso pode ser apenas palavras soltas de um desabafo de alguém que não tem à quem recorrer e desabafar. Mas como tudo o que ocorre, isso é apenas mais um ponto que eu não sei determinar, contudo, isso é só um detalhe que não devemos nos prender. Na realidade não há como comparar com muita coisa, porque é um tipo de coisa que na qual nunca vi passar, nunca vi acontecer, é tão distinto de tudo o que já me passou, incomparável a tudo o que eu já vi. É um teatro mudo em que apenas os atos falam por tudo, atos que nos descentralizam do nosso eixo, nos entorpecem, nos ensorbercem e nos tiram completamente o oxigênio. Mas é assim, destino irônico que insiste em nos dobrar e nos redobrar. Ah, mas que bela bagunça! Para o meu Jason ' what a beautiful mess this is? '
" Remar. Re-amar. Amar .. "
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