segunda-feira, 4 de julho de 2011

Forgiveness.

Sensações. Algumas descritíveis, outras nem tanto. Há quem possa dizer que tudo pode ser explicado e entendido, mas há artes que eu ainda desconheço. Pode ser que em algum momento da vida nós nos encontramos em perfeito estado de inércia, algo que age como uma espécie de bloqueio mental, que na qual nos deixa sem rumo, sem leste, sem um “ponta pé” inicial pra algum tipo de raciocínio. Não há como identificar o que realmente lhe causa dor, não há nem como saber se de fato lhe causa dor, tendo em vista aquilo que te faz bem supera e cobre inteiramente aquilo que te faz mal. Eu não conseguia entender o prejuízo que a raiva nos causa até perceber o quanto o rancor edifica moradas malditas em nosso interior, enquanto aquilo que nos provoca raiva tão pouco se importa com o que sentimos ou não. Não vale a pena cultivar o rancor, tal como a raiva, tristeza e etc. Na verdade o que precisamos é um pouco mais do amor que se traduz em ações, o amor que não se baseia apenas em teorias inacabadas de filosofias baratas, o amor que tudo crê e suporta. Talvez assim, muito do que deveria ser perdoado, hoje já seria esquecido e renovado em paz e harmonia. Ainda não somos preparados pra ter o orgulho ferido, quem dirá o coração. Ainda temos um interior pouco quebrantado, um âmago repleto de mecanismos de defesa que transpassam frieza apenas a título de proteção ou de outra visão que reflete a covardia e o medo de arriscar. Apesar de tudo, estamos trabalhando muito bem no quesito ‘compaixão’, aquele tal sentimento que foi citado pela mente mais sábia que um dia habitou na terra, o sentimento que nos instrui a amar o próximo como a nós mesmos, a oferecer o outro lado da face quando temos um lado esbofeteado ou até mesmo a ajudar o nosso pior inimigo quando necessário for. Portanto, não há razões para regar nosso plantio com parasitas que pouco a pouco vão nos destruindo, não há justificativa alguma para darmos espaço à mentira, ódio e o rancor. Somos seres livres, com destinos traçados rumo à felicidade, temos saúde, amamos, somos amados e temos um Deus que olha por nós todos os dias e nos agracia com sua misericórdia que a cada manhã se renova.




'.. é preciso amar, as pessoas como se não houvesse o amanhã, porque se você parar pra pensar, na verdade não há.. ' (R.R)

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